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Escolas devem ajudar na integração de alunos novos no meio do ano

O segundo semestre mal começou e já está chovendo mensagens de papais e de mamães cujos filhos mudaram de escola agora no meio do ano. Todos contam a mesma história: o filho não está conseguindo se adaptar.

Os principais problemas são relatados por aqueles que vão para uma escola bem diferente da anterior: de privada para pública, de escola grande para pequena, de modelo construtivista para uma pedagogia mais rígida. Por aí vai.

A escola é a principal atividade da maioria dos estudantes. É uma rotina diária, que pode durar metade do dia ou o dia inteiro. Agora imagine como é ficar sozinho, angustiado e sofrendo durante a sua atividade principal e diária?

Pois é. Isso pode atrapalhar bastante o rendimento escolar dos novatos e deixar traumas por bastante tempo. Justamente por isso, a escola nova tem a obrigação de ajudar na integração dos alunos novos.

A maioria das escolas entende que o processo de integração deve se dar sozinho, sem intervenção, “naturalmente”. Algumas escolas até ajudam com aulas extras de conteúdo para os que chegam defasados. Mas poucas se preocupam com a socialização, como se o aprendizado envolvesse apenas processos racionais cognitivos.

Quanto mais a escola for acolhedora, mais o estudante irá se envolver com os estudos. E, para quem está chegando, esse acolhimento tem de ser especial.